INDEPENDÊNCIA DO BRASIL – Ouviram do Ipiranga… O maior babado!!


Imagem: simplesnet

Se alguém acha gafe a performance de Vanusa com relação ao nosso hino nacional, Tiger Tigrão Woods e outras bolas fora , prepare-se para limpar o pódio. A verdade sobre a Independência do Brasil é um capítulo à parte. Algo bem diferente do que se escreve nos livros de história do nosso país.

Ano após ano, milhares de alunos não enfrentam só os erros escandalosos de grafia nos livros. Ainda hoje é possível encontrar texto escolar ensinando que a capital do Rio de Janeiro é a Guanabara entre outros absurdos.

Voltando à história de nossa Independência tão comemorada em seu dia – hoje. De norte a sul, milhares de desfiles, aplausos, cumprimentos. Nossa presidenta de pé e todas as autoridades e presidenciáveis reverenciando a pátria do alto de sua hipócrita fachada de amar ao país escondendo seu amor ao poder. Simples assim.

Mas nem tudo é mesmice.

De novidade e como um brado retumbante, soaram as afirmações de uma professora da USP. A historiadora garante que mais do que se lê – povo heróico, sol da liberdade e blábláblás em raios fulgidos, o que se vê então é puro enfeite: as pinturas que dão conta de D.Pedro I e seu cavalo imponente, maquiam uma realidade nada glamourosa.

Ô benhêee… Realiza:

Quem estaria depois de uma longa viagem, chegando às margens do Ipiranga, com seu traje de gala im-pe-cá-vel? Os homens que cercavam Dom Pedro estavam de verdade sujos, empoeirados, cansados. Neurose no último. E Pedro então… Estresse total do alto de seu cavalo puro sangue.

Cavalo????

Na época, os terrenos acidentados não permitiam o galopar garboso de sua majestade. Assim, o transporte imperial resumiu-se a um jegue, ou asno, ou jumento, ou uma mula ou whatever como queiram. O meio parente do cavalo chique só se equipara ao nosso raciocínio empacado por anos e anos de bobosol pedagógico. (obs: saudade dos bons professores, ok?)

A historiadora afirma que de fato Pedro viu-se pressionado e vivendo momentos por conta disso de muito nervosismo com José Bonifácio e a mulher Leopoldina pegando no pé para que ele voltasse a Portugal.

Abafa o caso, mas parece que nem a foguenta Marquesa de Santos, a “filial” de Pedro que era pura alegria dava sossego pro cara.

Desse jeito, imagine onde foi parar a válvula de escape de Pedro… Alguns perdem o sono (meu caso), outros sofrem de enxaqueca (meu caso também)…

Diz a história que Pedro sofria de problemas intestinais (nunca foi o meu caso). Assim, a versão mais aceita entre os historiadores é que um pouco antes das margens do Ipiranga, o nobre tenha se refugiado em uma colina para se aliviar, porque provavelmente estava passando mal, com “a louca” diarréia…

E quanto ao brado retumbante?

Ainda que a melhor opção fosse gritar “Alfredooooooooo”, Maria Aparecida de Aquino, nossa libertadora historiadora, garante que tirando margens do Ipiranga, cavalo branco, tropa de elite de garbo e elegância, foi realmente Dom Pedro I de Orleans e Bragança e etc. quem declarou a Independência do Brasil.

Ufa! Então, t-o-d-o-s os méritos a Pedro que apesar de tudo deu vivas à Independência!!!
Paz no futuro! Ele É o nosso libertador!

Se da glória do passado conhecemos hoje um Pedro sujo, estressado, carente, tenso e provavelmente assado, quanto à nossa história fico com a certeza de que Pedro segurou a onda e ao cantar o Ouvirundum lembrarei dele na parte “conseguimos conquistar com braço forte”.

Valeu Pedrão! Curti o feriadão!

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