OUTONO. Chegou…


Chegou o outono.
Aquela estação que tem a cara de não precisar de ninguém.
Assim, olhe o outono e olhe com carinho quem precisa aprender a não precisar de ninguém.

É difícil.

Também gosto de repartir com alguém o que sinto.

Mas conviver com o melhor e o pior de você, se libertar do que não faz sentido – se é que fez, sempre recompensa.

É preciso fazer como o outono.
Deixar cair todas as folhas e esperar.
No suspense, na espreita, na expectativa até. Porque algo SEMPRE está para acontecer.

Como dizia Clarice: “O imprevisto me fascina”.

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